Mercado de Locação

Alugar computador pode gerar economia de 40% para empresas

Custos com equipamentos eletrônicos apenas começam na compra e continuam por anos

O boom de novas companhias de economia circular em áreas pouco comuns no Brasil, como ZiYou (equipamentos esportivos), Work.In (mobiliário para home office) e Arval (carros), traz à tona a discussão sobre o quão mais barato é alugar ao invés de comprar. Esse número varia dependendo do segmento, mas no caso de computadores, é de cerca de 40%, segundo a Plugify, startup especializada no aluguel de equipamentos de TI para empresas.

“As pessoas anseiam por ser donas das coisas e isso se reflete na cultura organizacional das empresas. Mas se colocarmos na ponta do lápis, as vantagens econômicas e operacionais de alugar ficam muito claras, pois se percebe que 70% dos custos reais de um computador só ocorrem após a aquisição”, destaca o cofundador e CEO da startup, Alexandre Gotthilf.

Uma organização que opera com 50 dispositivos de aproximadamente R$ 4.900 cada pode economizar cerca de R$ 50 mil em um único ano neste modelo de locação. Em grandes empresas com milhares de unidades, a economia anual fica na casa dos milhões de reais.

O executivo esclarece que após a compra do computador é que começam os custos adicionais. Serviços de configuração, logística de envio ao home office, trâmites fiscais, seguro, assinatura de softwares, novas demandas de logística para manutenção – esses são só alguns dos itens que compõem o chamado Custo Total de Propriedade. “Soma-se a isso o fato de que, em apenas dois anos, a maior parte dos processadores já podem se tornar obsoletos, forçando as empresas a usar máquinas de baixa performance ou comprar novas e recomeçar o ciclo de gastos”.

Já quando a empresa não é a dona, mas apenas aluga os equipamentos para seus funcionários, não precisa ter esses gastos nem utilizar hora-homem de vários departamentos na execução de serviços relacionados. Além disso, Gotthilf explica que o computador nunca fica ultrapassado, pois pode ser trocado periodicamente, e os softwares utilizam licença do locatário, que também é responsável por toda a documentação, logística e manutenção.

“Nós, por exemplo, nunca consertamos um computador, trocamos por outro novo e mandamos para cada home office – o que demora apenas um dia nas capitais de todos os estados. Outro diferencial é o dashboard que oferecemos”, diz. A solução inclui inventário de hardware, acessórios e software em tempo real; monitoramento via georreferenciamento; relatórios de performance do parque e equipamento; abertura de tickets/chamados e acompanhamento; e integração com parceiros logísticos.

Além disso, essa ferramenta também permite monitorar o uso da memória de cada máquina e avisa se chegar a níveis críticos, assim como evita a contratação de mais licenças que o necessário e alerta se algum colaborador baixar softwares não autorizados – um problema frequente para os times de segurança da informação.

Atualmente a Plugify atende empresas de todos os perfis e tamanhos com milhares de computadores alocados, além de celulares e tablets. A busca pelo serviço aumentou exponencialmente durante a pandemia e a expectativa é que continue em alta, o que deve mais que dobrar o faturamento da startup até dezembro.

Sobre a Plugify

Fundada em 2017, por Alexandre Gotthilf e Paula Mendes Caldeiras, a Plugify tem o objetivo de simplificar o acesso e gestão da infraestrutura de TI das empresas. Oferecendo notebooks, desktops e celulares por meio de assinatura de 24, 36 e 48 meses bem como ferramentas de organização, localização e gestão de hardware.

Fonte: https://www.segs.com.br/info-ti/282644-alugar-computador-pode-gerar-economia-de-40-para-empresas

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