ABLA e FENALOC assinam documento junto a 3 mil entidades pedindo transparência e rapidez nas decisões do Supremo Tribunal Federal para combater crise institucional e proteger economia que gera 40 milhões de empregos.
O setor de locação de veículos no Brasil deu um passo importante para defender a integridade do sistema de justiça. As principais entidades da atividade, a ABLA (Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis) e a FENALOC (Federação Nacional das Empresas Locadoras de Veículos Automotores), assinaram o Manifesto à Nação Brasileira.
Esse documento foi criado por mais de três mil organizações que representam o negócio produtivo do país. O objetivo central é lutar contra uma crise de confiança nas instituições de Brasília, pedindo que o Supremo Tribunal Federal (STF) aja com clareza, rapidez e base firme em leis, sem esconderijos ou práticas de defesa apenas de interesses de grupos fechados.
- O Manifesto representa 90% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.
- Essas entidades juntas são responsáveis por mais de 40 milhões de empregos formais.
- O setor de locação de carro investidos cerca de R$ 80 bilhões por ano em novos veículos.
- Esse investimento gera efeitos positivos para uma longa cadeia de produtores e trabalhadores.
- ABLA e FENALOC também lutam por temas como segurança no trânsito e democracia.
A força econômica por trás das locadoras
A assinatura das locadoras de veículos não é pequena se pensarmos na força econômica do setor. ABLA e FENALOC são as organizações que mais falam pelo mercado de alugar carros no Brasil. Elas lideram um grupo que coloca anualmente, em média, R$ 80 bilhões na comprar de carros novos.
Esse dinheiro não fica parado. Ele se transforma em trabalho para montadoras, concessionárias, prestadores de serviço e milhares de outras áreas. É uma máquina que movimenta a economia brasileira.
Além de cuidar dos interesses comerciais, essas duas entidades têm uma postura ativa em questões que afetam a sociedade toda. Elas se envolvem em debates sobre direitos democráticos, garantias na Constituição e também na busca de mais segurança para os motoristas e passageiros nas estradas.
Cobrança de transparência no Judiciário
O Manifesto à Nação Brasileira foi tornado público no dia 9 de setembro. O texto é direto: ele quer que os juízes e ministros decifrem os casos de forma limpa e sem rodeios. A pressão é para que não haja atrasos injustos nem decisões que pareçam favoráveis a certas corporações por cima do interesse público.
A crise institucional citada no documento reflete o medo de que a justiça esteja sendo usada para proteger poderosos em vez de aplicar a lei de forma igual para todos. As entidades assinantes querem que o STF retorne a ser a âncora da confiança do povo nas leis do Brasil.


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