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Como as marcas podem começar a explorar o metaverso, segundo a Meta

Todo mundo tem uma opinião sobre o metaverso. Para alguns, representa um risco à saúde mental. Para outros, uma ameaça de cibersegurança – como garantir que seus dados estarão a salvo em um ambiente não regulado? E há quem se encante com suas possibilidades, como poder fazer o que quiser, onde quiser, ou então produzir conteúdos em formatos inéditos.

Para Carol Dalmolin, líder de parcerias estratégicas da Meta na América Latina, o metaverso é sobretudo uma construção. “Esse novo universo será desenvolvido por todo o ecossistema, não por uma única empresa”, diz Carol. “Cada player terá sua responsabilidade. E, juntos, esses players serão capazes de criar a infraestrutura necessária para que esse futuro aconteça.”

A executiva compara os diferentes “mundos” de um metaverso às redes sociais: da mesma maneira que hoje o usuário escolhe o tipo de rede em que prefere estar, no metaverso será a mesma coisa, só que de maneira muito mais imersiva. “Será a próxima evolução em uma longa jornada de tecnologia social. E ele vai funcionar como uma combinação entre as experiências sociais online que a gente já tem e as experiências em três dimensões, se projetando no mundo virtual.”

E as marcas, o que ganham com isso? Como trabalhar campanhas em algo que ainda não existe, e que requer equipamentos caros demais para a maioria da população? “Meu conselho é: trabalhe em camadas, e comece com o que eles já têm nas mãos, que é o celular. Pense em como trazer experiências de realidade aumentada para ajudar nas compras, por exemplo. Isso também é uma imersão.”

Cada setor, diz, terá que experimentar muito para entender como explorar os novos recursos. “Uma questão importante é não assustar o cliente. Pode começar pequeno, só com filtros. Ou com uma experiência de um provador virtual. Depois você vai evoluindo para outras perspectivas do metaverso”, diz Carol Dalmolin. A executiva da Meta é a entrevistada do quinto episódio da segunda temporada do NegNews.

Fonte: Exame

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