A Movida (BVMF:MOVI3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 62 milhões no primeiro trimestre de 2024. Com isso, reverteu o prejuízo líquido de R$ 62 milhões reportado no mesmo período de 2023.
Já o Ebitda somou R$ 1,059 bilhão entre janeiro e março, 21% maior do que um ano antes. A margem Ebitda ficou em 68,3% ante 63,6% no primeiro trimestre de 2023.
Já a receita líquida cresceu 11,8%, para R$ 3,022 bilhões. No segmento de aluguel de carros (RAC), a cifra subiu para R$ 752 milhões, 9,5% acima do primeiro trimestre de 2023. Em Gestão de Frotas (GTF) a alta foi de 33,7% ano contra ano, atingindo R$ 720 milhões.
Em Seminovos, a receita líquida subiu 4,3% no primeiro trimestre ante um ano antes, para R$ 1,526 bilhão. O número de carros vendidos subiu 18,6% na comparação anual e 34,8% na trimestral.
Ganho de produtividade
“A companhia volta a apresentar lucro depois de um mergulho profundo em busca de melhorias operacionais e financeiras no último ano”, afirma o CEO da Movida, Gustavo Moscatelli, em entrevista ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).
Entre as estratégias adotadas para otimizar a produtividade, o executivo destaca três. A primeira delas é a recomposição da tarifa de aluguel de carros (RAC, na sigla em inglês). A diária média eventual subiu 12% entre o primeiro trimestre de 2023 e o mesmo período de 2024.
A recomposição de preços em RAC gerou um efeito imediato na rentabilidade do segmento, segundo Moscatelli. Com isso, o yield cresceu de 3,5% para 3,9% em um ano. O guidance de 2024 estabelecido pela companhia é de 4,2%.
A Movida (BVMF:MOVI3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 62 milhões no primeiro trimestre de 2024. Com isso, reverteu o prejuízo líquido de R$ 62 milhões reportado no mesmo período de 2023.
Já o Ebitda somou R$ 1,059 bilhão entre janeiro e março, 21% maior do que um ano antes. A margem Ebitda ficou em 68,3% ante 63,6% no primeiro trimestre de 2023.
Já a receita líquida cresceu 11,8%, para R$ 3,022 bilhões. No segmento de aluguel de carros (RAC), a cifra subiu para R$ 752 milhões, 9,5% acima do primeiro trimestre de 2023. Em Gestão de Frotas (GTF) a alta foi de 33,7% ano contra ano, atingindo R$ 720 milhões.
Em Seminovos, a receita líquida subiu 4,3% no primeiro trimestre ante um ano antes, para R$ 1,526 bilhão. O número de carros vendidos subiu 18,6% na comparação anual e 34,8% na trimestral.
Ganho de produtividade
“A companhia volta a apresentar lucro depois de um mergulho profundo em busca de melhorias operacionais e financeiras no último ano”, afirma o CEO da Movida, Gustavo Moscatelli, em entrevista ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).
Entre as estratégias adotadas para otimizar a produtividade, o executivo destaca três. A primeira delas é a recomposição da tarifa de aluguel de carros (RAC, na sigla em inglês). A diária média eventual subiu 12% entre o primeiro trimestre de 2023 e o mesmo período de 2024.
A recomposição de preços em RAC gerou um efeito imediato na rentabilidade do segmento, segundo Moscatelli. Com isso, o yield cresceu de 3,5% para 3,9% em um ano. O guidance de 2024 estabelecido pela companhia é de 4,2%.
Fonte: Investing

